Este é o trabalho realizado pelos alunos:
Daniel Trzeciak Duarte
Giácomo Bertinetti
Marcelo De Bona
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sexta-feira, 8 de junho de 2007
domingo, 3 de junho de 2007
Resenha Crítica

Livro: "Pai Rico, Pai Pobre"
Autor: Robert T Kiyosaki, Sharon L Lechte
O livro aborda o tema "como ganhar dinheiro e conseguir a liberdade em todos os sentidos da vida". Nele os autores discutem vários aspectos e mostram que para conseguir a liberdade, tanto no sentido psicológico como financeiro; precisamos começar cedo, ainda quando criança, pois necessitamos saber mexer com dinheiro, de maneira ousada e criativa.
De forma bem interessante, os autores mostram através de exemplos as inúmeras maneiras que temos para investir nossas economias, mesmo que este investimento seja pequeno, mas que o resultado final também poderá ser positivo. Destacam e valorizam a situação de não ficarmos preso a um emprego, pois este fará de nós escravos do dinheiro, pois o ciclo vicioso "trabalhar, ganhar dinheiro, pagar impostos e gastar" vai imperar, e se não despertarmos logo; passaremos isto de geração a geração.
Um dos autores (Robert Kiyosaki), relata o começo de sua vida; a infância propriamente dita, e como aprendeu a conviver com dois pais; um que trabalhava pelo dinheiro e o outro que fazia o dinheiro trabalhar para ele. 

Através desse enredo, e com exemplos, mostra-nos as diferenças entre os dois pais e o que vem a ser na vida real. Uma das razões pelas quais os ricos ficam mais ricos, os pobres mais pobres e a classe média luta com as dívidas é que o assunto dinheiro não é ensinado nem em casa nem na escola. Muitos de nós aprendemos sobre dinheiro com nossos pais; e o que dirá um pai pobre sobre dinheiro; com certeza sua opinião diverge do pai rico.
As opiniões dos pais eram totalmente diferentes uma da outra, pois um era otimista quando o assunto era dinheiro; queria saber tudo sobre o dinheiro, como ganhá-lo, e passava seus ensinamentos com essa certeza; o outro era honesto, muito instruído, funcionário do governo, mas que tinha uma visão bem diferente do assunto dinheiro, pois era considerado escravo de si mesmo, pois tudo que fazia era pensando em como ganhar, como pagar, como gastar, construindo aquele ciclo vicioso de ganhar, pagar impostos e gastar, mas sem a mínima chance de fazer o dinheiro trabalhar para si. O primeiro construiu império, o segundo conseguiu sobreviver e se adaptar ao sistema.

O livro ainda diz que os ricos não trabalham pelo dinheiro, pois eles invertem a situação, faz o dinheiro como objeto de trabalho. O livro levanta questinamentos relevantes, como a importância da alfabetização financeira.
Os autores enfatizam que todos os seres humanos tem um potencial enorme, e que a conseqüência maior de nosso fracasso é a insegurança. Não é tanto a falta de informação, mas sim a autoconfiança. Podemos observar que o mundo não está sendo dominado pelos mais espertos e sim pelos mais ousados. Os ricos normalmente desenvolvem seu QI financeiro, se alfabetizam financeiramente, fazem seus ativos superar e bastante as despesas, estas ações também terão sucesso se a mente estiver bem treinada, capacitada e com vontade de crescer; pois desta forma dará mais opções ao ser e consequentemente, mais riqueza.
O livro dá algumas dicas para superar obstáculos e saber colocar as teorias na prática.
Este livro "Pai rico, Pai pobre" é uma obra rara, pois nos mostra com clareza, exemplos ricos muitas maneiras de sairmos do ciclo vicioso, da pobreza e entrarmos na "pista de alta velocidade" e através de uma vivência normal adquirir bens ativos que nos levem a ter prazer e felicidade em tudo que fazemos.
Em toda sua extensão o livro é altamente educacional e motivador, e faz com que refletimos sobre nossa maneira de agir no nosso dia-a-dia; principalmente para modificarmos a nossa visão na parte financeira, que consequentemente também influencia em todo o resto.
domingo, 27 de maio de 2007
Alunos da ECOS participam de evento político
Mesmo com os termômetros marcando 8° C na noite da última quinta-feira (24), alunos da ECOS (Escola de Comunicação Social/ UCPel) promoveram um debate político de muita qualidade, o que esquentou a noite dos participantes do evento.
Daniel Trzeciak, Marcelo De Bona e Mateus Vaucher, estudantes de jornalismo do 7º semestre da ECOS, complementaram o trabalho da disciplina de Projeto Experimental promovendo um encontro de duas personalidades do meio político em âmbito regional. O jornalista e cientista político Álvaro Barreto e o advogado e professor universítário Matteo Chiarelli estiveram por quase duas horas expondo idéias sobre marketing político, campanha eleitoral e perspectiva política para o futuro do Brasil.
Em torno de 60 pessoas participaram do evento que tinha como objetivo desmistificar conceitos políticos já fragilizados na sociedade. O foco também foi dado para questões políticas regionais, como por exemplo a representatividade de Pelotas na Câmara dos Deputados. Para o cientista político e professor Álvaro Barreto, o que falta é conscientização política para os partidos de Pelotas. " A culpa da cidade não ter representante na Câmara dos Deputados não é do povo. Com certeza a culpa ou é dos candidatos ou é dos partidos políticos", declarou o professor.
Para Matteo Chiarelli (foto) , candidato a Deputado Federal pelo PFL no ano passado, a
política deveria ser um meio para ajudar as pessoas, e não mais um forma de renda para os políticos. " Sou professor e advogado e a política para mim é uma forma de colaborar com os que mais necessitam. Espero que os políticos consigam refletir sobre a real situação da maioria das pessoas", comentou Chiarelli.
política deveria ser um meio para ajudar as pessoas, e não mais um forma de renda para os políticos. " Sou professor e advogado e a política para mim é uma forma de colaborar com os que mais necessitam. Espero que os políticos consigam refletir sobre a real situação da maioria das pessoas", comentou Chiarelli.Quer saber o que é marketing político?!! Clique Aqui
segunda-feira, 21 de maio de 2007
Futsal da UCPel no caminho certo
Já foram 5 jogos na competição e o aproveitamento é de 75%. Uma campanha que até agora está dentro das expectativas da equipe coordenada por Betinho. Com uma equipe formada com 15 atletas, todos estudantes de algum curso da Universidade, a UCPel que está na terceira colocação do grupo B, busca o título da série ouro com a mesma competência de um time que conquistou o título da série prata no ano passado.Disputando com mais 19 times o maior título do futsal gaúcho, a UCPel treina incansavelmente para que nas partidas o desgate físico seja superado e a vitória seja algo que aconteça naturalmente. " Treinamos todos os dias para que os nossos atletas não sintam o desgaste da competição. O preparo físico dos jogadores deve estar sempre em dia", declarou o preparador físico da UCPel, Eduardo Folha.
O fenômeno do time da UCPel é o goleiro Gustavo. Com 5 partidas na série Ouro, o goleiro sofreu apenas 13 gols. Um saldo positivo para a equipe que tem 24 gols a favor. O que chama atenção dos adversários e até mesmo dos colegas de time, é que o goleiro Gustavo não usa luvas."Tenho mais sensibilidade com a bola não usando luvas. Acho que assim consigo fazer um trabalho melhor", comentou o destaque da equipe da UCPel.

Torcida
Um apoio que faz a diferença na quadra. Quando os jogos acontecem em Pelotas, a torcida prestigia em peso a qualidade do futsal da UCPel. As arquibancadas do SEST/SENAT ficam lotadas do início ao fim do jogo. Os professores e estudantes da Universidade vão em massa, porém é grande a presença dos amantes do futsal pelotense nas arquibancadas. Torcedores que vestem a camiseta e empurram o time até a vitória. Para o treinador do time da UCPel, a torcida é a grande incentivadora da equipe. " Com certeza a torcida faz a diferança, notamos quando jogamos fora. O entusiasmo da nossa torcida não tem igual", destacou Betinho.
Cartões
Até agora já foram realizadas 54 partidas no campeonato série ouro. No total são mais de 36 horas de bola rolando na competição. Tempo que deu muito trabalho para os árbitros da Federação Gaúcha de Futsal. Foram 70 cartões amarelos e 7 cartões vermelhos, uma média considerada alta para o campeonato.
No time da UCPel os atletas Fabre e Otávio Lang já foram suspensos por uma partida, devido os cartões que receberam contra os times da UNISC e Três Coroas, respectivamente.
Goleadores
A marca é de fenômeno. O nome já está na "boca" da torcida. Dos 24 gols marcado até agora pela UCPel, ele é responsável por seis. Sinoê, vestindo a camisa de número 22 da equipe da UCPel é a revelação do time.
Está apenas um gol do artilheiro do campeonato até agora, o jogador do time de Nova Prata, que já marcou sete gols nos adversários.
Para o jornalista esportivo e narrador da Rádio Universidade (RU), Edson Luis Planela, o time da UCPel não teria o mesmo desempenho se Sinoê não estivesse na equipe. " Fiz a cobertura de quase todos os jogos da UCPel na série prata, e agora na série ouro, só tenho que confirmar o que já sabia; Sinoê é uma revelação do futsal gaúcho", declarou o jornalista.

A série ouro tem proporcionado belos espetáculos para os torcedores. Já foram 317 gols em 54 partidas, uma média de quase 6 gols por jogo.
Fique sabendo mais sobre a campanha do time da UCPel na série Ouro do futsal gaúcho. Clique Aqui
quinta-feira, 26 de abril de 2007
Entrevista
EDUARDO CECCONI

REPÓRTER DA ZERO HORA
Eduardo Cecconi tem 27 anos. Formou-se em jornalismo pela UFRGS em junho de 2002. Como profissional trabalhou no Jornal do Comércio (editoria de esportes), na Rádio Band AM 640 (repórter e produtor de esportes), no Tribunal de Justiça (assessoria de imprensa), Portal Terra de Notícias (redator do site) e há três anos atua como correspondente da Zero Hora no interior. Participa, também, de um programa semanal da Rádio Atlântida Pelotas. Além disso, produz o blog Cidade Futebol no Clic RBS. Cecconi também já atuou como freelancer em diversos eventos de assessoria, rádios esportivas e até campanhas políticas. Ele mora em Pelotas há um ano e oito meses.

REPÓRTER DA ZERO HORA
Eduardo Cecconi tem 27 anos. Formou-se em jornalismo pela UFRGS em junho de 2002. Como profissional trabalhou no Jornal do Comércio (editoria de esportes), na Rádio Band AM 640 (repórter e produtor de esportes), no Tribunal de Justiça (assessoria de imprensa), Portal Terra de Notícias (redator do site) e há três anos atua como correspondente da Zero Hora no interior. Participa, também, de um programa semanal da Rádio Atlântida Pelotas. Além disso, produz o blog Cidade Futebol no Clic RBS. Cecconi também já atuou como freelancer em diversos eventos de assessoria, rádios esportivas e até campanhas políticas. Ele mora em Pelotas há um ano e oito meses.
A entrevista a seguir foi feita por email com o correspondente de ZH em Pelotas:
1) Cecconi, como é escrever para um jornal impresso e ao mesmo tempo manter um blog atualizado?
É uma correria, porque a rotina de correspondente da ZH é muito desgastante. Sou um repórter para cobrir uma região com 21 municípios, publicando tudo o que acontecer em qualquer um deles, para qualquer editoria e caderno do jornal. Mas como falar de futebol é o que mais me dá prazer, eu sempre encontro tempo para atualizar o blog diariamente. É minha primeira tarefa do dia. Ligar o computador e atualizar o blog.
2) O que o motivou a criar um blog sobre os três times da cidade de Pelotas?
Sou de Porto Alegre e torço para um time da Capital, onde nasci e vivi por 24 anos. Quando cheguei em Pelotas criei um blog sobre Grêmio e Inter em um site gratuito (Blogger), só para consumo próprio. Quando publiquei na ZH uma matéria sobre o Brasil de Pelotas, os torcedores que integram o Fórum Xavante fizeram uma busca na Internet e viram que eu tinha um blog da dupla Gre-Nal. Ficaram indignados. Conversamos bastante, e dessa aproximação surgiu a idéia de fazer também um blog sobre a dupla Bra-Pel.Durante a campanha do Brasil na Série C, fiz algumas matérias para o ClicRBS (o contrato de repórter da ZH prevê participação nas outras mídias da empresa – internet e rádios – de acordo com a política de profissional multimídia). Os editores viram meu blog pessoal da dupla Bra-Pel e pediram para que eu transferisse aquela fonte de informação para o ClicRBS. É clichê dizer isso, mas foi uma honra receber esse convite. O blog hoje é um sucesso absoluto, mesmo tendo um público restrito (só torcedores de Brasil e Pelotas, às vezes do Farroupilha também) recebe muitos acessos e tem grande repercussão entre os editores do ClicRBS em Porto Alegre.
3) Qual a principal diferença entre a linguagem destes dois meios (tradicional e digital)?
Um é o contrário do outro. O texto do jornal ou de qualquer outra mídia convencional submete-se aos padrões das teorias de comunicação – objetividade, imparcialidade, impessoalidade. São textos informativos, sem qualquer traço de opinião, embora eu acredite que essas teorias estão ultrapassadas, mas isso é assunto para outro tema.Já nos blogs é diferente. Não há teorias, ele é um produto novo que nasceu como um diário adolescente e foi incorporado ao jornalismo pelos articulistas. Ou seja, é totalmente opinativo. É escrito em primeira pessoa, é uma conversa com o internauta. Como o blog tem, em cada post, um espaço para comentários, o blogueiro tem que estimular essa interatividade com o leitor, escrever pensando nesse diálogo. E, dentro dessa interatividade, estar preparado para dar opinião e receber críticas, muitas críticas. A combinação futebol+interatividade+opinião é explosiva, porque todo internauta identificado com o assunto tem uma opinião, e muitas vezes ela é diferente da minha.
4) Quais as tuas principais fontes para os assuntos relacionados aos clubes pelotenses?
Depende do assunto. Como o blog é uma oportunidade analítica, eu geralmente proponho temas conforme minha observação. Vou a um jogo, por exemplo, e faço a análise do desempenho do time e dos jogadores. Isso independe de fonte, é a minha observação. Se eu achar que a diretoria errou ou acertou em determinada ação administrativa, vou falar também, conforme minha observação – é mais ou menos como as colunas nos jornais (Wianey, Falcão e Ruy na ZH, por exemplo).Já quando há uma notícia, aí eu preciso procurar as fontes que confirmem a informação. Como minha prioridade contratual é a ZH, faço tudo por telefone. Ontem (23 de abril) publiquei um post sobre a possibilidade do Brasil jogar a Série C. A fonte é o presidente da FGF, Francisco Noveletto, para quem eu liguei e confirmei as informações. Depois liguei para o presidente Helder Lopes, do Xavante, para repercutir. Juntei tudo, adicionei a minha opinião, e publiquei no blog.
5) Quanto a postagem de comentários dos intenautas, existe algum moderador?
Existe, e é fundamental. Futebol insufla ânimos e rivalidades. Geralmente há muitos termos ofensivos ou aos torcedores adversários, ao clube rival ou ao blogueiro (eu...hehehehe). O comentário só vai ao ar depois de ser “liberado”, ou por mim, ou pelos editores de Porto Alegre. Cada blogueiro tem o seu critério. O meu é o seguinte: corta os palavrões, o resto deixa. Principalmente se for contra mim. Vetar comentários críticos soa muito mal. Então eu deixo passar tudo, é só tirar palavrão e botar no ar. Isso ajuda a fidelizar o internauta, ele sabe que pode dar sua opinião democraticamente, e aos poucos os mais exaltados vão amenizando o tom à medida que eles percebem que o blog é um fórum de debate único para os torcedores da dupla Bra-Pel na grande mídia, e que ele precisa ser aproveitado de maneira qualificada para ser mantido.
6) Existe algum padrão teórico para a criação do blog?
Se existe, eu desconheço. Quanto ao design, cada site tem o seu padrão. Para o ClicRBS, há o “topo”, com o nome do blog, o espaço para os posts, a barra de links e o perfil do blogueiro com foto. É assim em todos os blogs do site, para manter uma tendência.Mas, quanto a alguma fundamentação teórica, eu desconheço. É um assunto muito novo. Talvez existam monografias ou trabalhos de mestrado/doutorado sobre o tema.
Clique Aqui e veja o blog do jornalista Eduardo Cecconi
segunda-feira, 23 de abril de 2007
Fonte Direta e Indireta

Moradores do Fragata ficam sem água durante quatro dias
Desde a sexta-feira passada mais de 90% das pessoas que moram no Fragata estão sem uma gota d´água. O problema de abastecimento de água no bairro já vem se tornando um problema no cotidiano dos moradores. Segundo o presidente do Serviço Autônomo de Saneamento de Pelotas (SANEP) Ubiratan Anselmo, o problema é devido a limpeza na rede que abastece o Fragata.
Na vila Jacote, onde mais de 500 famílias moram, a água nunca foi em abundância, mas agora o problema se intensificou. Como a maioria das famílias têm crianças pequenas, a água deveria ser presença certa nas casas para o cuidado básico com elas.
A doceira Mariza de Almeida, 52 anos, reside no bairro fragata há mais de 20 anos. Diz que nunca passou por uma situação como essa antes. “Pago a conta sempre em dia e não tenho um serviço de qualidade. No governo passado não tinha esses problemas”, comenta a doceira. Mariza que produz doces para vender no centro da cidade, teve um prejuízo avaliado em cerca de 2 mil reais.
De acordo com o SANEP, a limpeza na rede de abastecimento faz parte da rotina de trabalho da autarquia. Durante a próxima semana o bairro areal vai receber a equipe de limpeza do SANEP para fazer o serviço na rede de água. " Estamos tentando resolver o problema o quanto antes. Sabemos da situação difícil que as pessoas estão passando, porém todas as atençõe estão voltadas para este problema", comentou o presidente do SANEP.
Análise: Fonte direta - Mariza de Almeida - moradora do bairro Fragata (reclamação feita pessoalmente)
Fonte Indireta - Ubiratan Anselmo - Presidente SANEP ( citação tirada do jornal Diário Popular)
quinta-feira, 12 de abril de 2007
Intercom Sul oferece alojamento gratuito para estudantes
A organização do Intercom Sul está oferecendo 32 quartos para os estudantes de outras cidades que queiram participar do congresso. No total serão mais de 70 estudantes de graduação beneficiados com este auxílio da Universidade de Passo Fundo.
Os interessados em garantir um local para passar as 3 noites do Intercom Sul no alojamento da UPF devem entrar em contato pelo telefone: (54) 3316 8183 e também é preciso que enviem o xerox dos seguintes documentos:
- Identidade
- CPF
- Compravante de matrícula na Universidade
- Comprovante de renda
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